Cirurgia Torácica · São Paulo

Dr. André
Miotto

Cirurgião Torácico · Doutor pela UNIFESP

Especialista em cirurgia minimamente invasiva do tórax e cirurgia robótica. Atendimento personalizado, com escuta ativa e atenção dedicada a cada paciente e sua família.

Dr. André Miotto — Cirurgião Torácico
+15
Anos de experiência
Doutor — UNIFESP
Professor de Cirurgia Torácica
Cirurgia Robótica — IRCAD & CBC
Rede D'Or — São Luiz Itaim & Vila Nova Star
Membro Titular — SBCT & European Respiratory Society

Técnica de excelência com
atenção humana

Um diagnóstico torácico pode ser um momento de muita incerteza. O Dr. André Miotto acredita que o cuidado começa antes da cirurgia — na clareza das informações, no tempo dedicado a ouvir, e no respeito à história de cada paciente.

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Escuta e Acolhimento

Cada consulta é conduzida com calma e atenção. O Dr. Miotto reserva tempo para entender não só os sintomas, mas as dúvidas, medos e expectativas de cada paciente e de sua família.

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Clareza no Diagnóstico

Todas as opções de tratamento são explicadas de forma clara e acessível. O paciente participa ativamente das decisões sobre seu cuidado, sempre bem informado.

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Acompanhamento Contínuo

O cuidado não termina na cirurgia. O Dr. Miotto acompanha de perto a recuperação, com acesso facilitado para dúvidas e retornos que garantem tranquilidade no pós-operatório.

Formação &
Experiência

Graduado, Mestre e Doutor pela Escola Paulista de Medicina — UNIFESP, o Dr. André Miotto é Professor da disciplina de Cirurgia Torácica e referência em procedimentos minimamente invasivos e cirurgia robótica em São Paulo.

Complementação internacional em cirurgia de traqueia e técnicas minimamente invasivas no Massachusetts General Hospital — Harvard Medical School, Boston/EUA.

📄 Currículo Lattes
Hospitais de atuação principal
Rede D'Or

Hospital São Luiz Itaim

Atendimento regular · São Paulo

Rede D'Or

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Atendimento regular · São Paulo

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Condições &
Tratamentos

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Câncer de Pulmão

O tumor mais comum do tórax — com diagnóstico precoce, o tratamento cirúrgico oferece grandes chances de cura.

O que é

O câncer de pulmão é o crescimento descontrolado de células anormais no tecido pulmonar. É um dos tumores mais frequentes no mundo, e no Brasil ocupa lugar de destaque entre os cânceres que mais preocupam médicos e pacientes. Existem dois grandes grupos: o carcinoma de células não pequenas (o mais comum, representando cerca de 85% dos casos) e o carcinoma de células pequenas, que costuma ter comportamento mais agressivo. A boa notícia é que, quando encontrado em estágios iniciais, o tratamento cirúrgico é altamente eficaz e pode levar à cura.

Sintomas mais comuns

Nos estágios iniciais, o câncer de pulmão frequentemente não provoca sintomas — por isso o rastreamento é tão importante. Quando os sintomas aparecem, podem incluir tosse persistente que não melhora, tosse com sangue (hemoptise), falta de ar progressiva, dor no peito, rouquidão, perda de peso sem motivo aparente e cansaço fora do comum. Infecções pulmonares de repetição, como pneumonias que sempre "batem no mesmo lugar", também podem ser um sinal de alerta.

Quando procurar e quais exames fazer

Qualquer tosse com mais de três semanas sem explicação clara, sangue na tosse ou falta de ar progressiva merece avaliação médica. Fumantes ou ex-fumantes acima de 50 anos devem considerar o rastreamento com tomografia de tórax de baixa dose anualmente, mesmo sem sintomas. Os principais exames são a tomografia computadorizada de tórax, broncoscopia, biópsia guiada por tomografia e PET-CT para estadiamento.

Como tratamos

A cirurgia é o tratamento de escolha nos estágios iniciais e oferece as melhores taxas de cura. O Dr. André Miotto realiza a ressecção pulmonar principalmente por videotoracoscopia (VATS) e cirurgia robótica — técnicas minimamente invasivas que preservam ao máximo o tecido saudável, causam menos dor e permitem uma recuperação muito mais rápida. O tratamento é sempre planejado de forma individualizada, e o Dr. Miotto acompanha cada etapa, do diagnóstico à recuperação.

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Nódulos Pulmonares

A maioria é benigna — mas todo nódulo merece avaliação cuidadosa para descartar malignidade.

O que é

Um nódulo pulmonar é uma pequena mancha arredondada no pulmão, geralmente detectada de forma incidental em tomografias feitas por outros motivos. A grande maioria — mais de 95% — é benigna, causada por infecções antigas, inflamações ou pequenas cicatrizes. No entanto, uma pequena parcela pode representar um tumor maligno em estágio inicial, justamente quando o tratamento é mais eficaz. Por isso, todo nódulo encontrado precisa ser avaliado com cuidado.

Sintomas mais comuns

Na grande maioria das vezes, os nódulos pulmonares não causam nenhum sintoma — são descobertos em exames feitos por outros motivos. Raramente, nódulos maiores podem causar tosse ou desconforto leve no peito. O silêncio dos sintomas não deve ser interpretado como sinal de que tudo está bem — é justamente aí que mora a importância de um acompanhamento especializado.

Quando procurar e quais exames fazer

Se você recebeu um laudo de tomografia mencionando "nódulo pulmonar", procure um cirurgião torácico para avaliação. O acompanhamento é feito com tomografias seriadas — o tamanho, a densidade, os contornos e a velocidade de crescimento orientam a conduta. Em alguns casos, pode ser necessária biópsia guiada por tomografia ou broncoscopia.

Como tratamos

A conduta depende das características do nódulo. Muitos pacientes precisam apenas de acompanhamento com tomografias periódicas — e o Dr. Miotto orienta cada etapa com clareza. Quando há indicação cirúrgica, a ressecção é feita por videotoracoscopia ou robótica, de forma minimamente invasiva. A decisão é sempre tomada em conjunto com o paciente.

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Hiperidrose

Suor excessivo nas mãos, axilas ou rosto — existe tratamento cirúrgico definitivo e minimamente invasivo.

O que é

A hiperidrose é a produção excessiva de suor em regiões específicas do corpo — principalmente mãos, axilas, pés e rosto — de forma desproporcional às necessidades do organismo. É uma condição médica real, causada pela hiperatividade do sistema nervoso simpático, que comanda as glândulas sudoríparas. Afeta cerca de 3% da população e pode ter impacto enorme na qualidade de vida, nas relações sociais e na autoestima.

Sintomas mais comuns

O principal sintoma é o suor excessivo e constante, mesmo em situações de frio ou repouso. Nas mãos, pode ser tão intenso que molha documentos e escorrega objetos. Nas axilas, mancha roupas e causa odor. No rosto, pode surgir vermelhidão associada. A condição costuma se manifestar na adolescência e piora em situações de estresse — mas não é causada por estresse.

Quando procurar e quais exames fazer

Se o suor excessivo já interfere no seu dia a dia — no trabalho, nos relacionamentos, no uso de roupas — é hora de buscar avaliação especializada. O diagnóstico é clínico e pode ser complementado pelo teste do amido-iodo para mapear as áreas afetadas. Antes da cirurgia, é importante excluir causas secundárias como alterações hormonais ou medicamentos.

Como tratamos

O tratamento cirúrgico definitivo é a simpatectomia torácica por videotoracoscopia — um procedimento minimamente invasivo, feito com pequenas incisões, em que o cirurgião interrompe o nervo simpático responsável pelo suor excessivo. É realizado com internação curta, com alta geralmente no dia seguinte. Os resultados são excelentes, com taxa de sucesso superior a 95%. O Dr. Miotto explica detalhadamente o procedimento e os possíveis efeitos antes de qualquer decisão.

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Doenças da Traqueia

Estenoses, tumores e lesões da traqueia — tratamentos que restauram a respiração com técnica especializada.

O que é

A traqueia é o tubo que conecta a laringe aos pulmões — o principal canal pelo qual o ar entra e sai do corpo. As doenças mais comuns incluem a estenose traqueal (estreitamento do canal, frequentemente após intubação prolongada ou traqueostomia), tumores traqueais primários, lesões traumáticas e compressões externas. O Dr. Miotto teve formação especializada em cirurgia de traqueia no Massachusetts General Hospital, em Harvard, sendo um dos poucos cirurgiões do Brasil com experiência nesse campo altamente especializado.

Sintomas mais comuns

O estreitamento da traqueia provoca falta de ar progressiva, chiado ao respirar (estridor), tosse frequente, sensação de sufocamento e infecções pulmonares de repetição. Muitos pacientes passam anos sendo tratados para asma ou bronquite sem melhora — até que uma tomografia revela o problema real na traqueia.

Quando procurar e quais exames fazer

Falta de ar que não melhora com broncodilatadores, chiado persistente ao respirar ou histórico de intubação prolongada são motivos para investigar a traqueia. Os exames incluem tomografia com reconstrução das vias aéreas, broncoscopia e espirometria com curva fluxo-volume.

Como tratamos

Estenoses curtas podem ser tratadas por broncoscopia com dilatação ou laser. Quando o estreitamento é mais extenso, a ressecção e reconstrução traqueal é o tratamento definitivo — o trecho doente é removido e as extremidades são unidas. É uma cirurgia tecnicamente desafiadora, que exige experiência especializada. O Dr. Miotto planeja cada caso individualmente, com transparência total sobre as etapas do tratamento e da recuperação.

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Tumores de Parede Torácica

Tumores que acometem costelas, esterno e tecidos moles do tórax — tratamento cirúrgico com reconstrução.

O que é

A parede torácica é formada pelas costelas, esterno, cartilagens e músculos que protegem o coração e os pulmões. Tumores podem surgir em qualquer um desses componentes — alguns benignos, como condromas e lipomas, e outros malignos, como o condrossarcoma. Tumores de outros órgãos, como pulmão ou mama, também podem invadir a parede torácica. O diagnóstico e tratamento dependem do tipo histológico e da extensão do tumor.

Sintomas mais comuns

O sintoma mais frequente é uma massa visível ou palpável na parede do tórax, que pode ou não ser dolorosa. Dor localizada nas costelas ou no esterno, persistente e sem causa traumática, merece investigação. Em casos avançados, pode haver dificuldade para respirar ou sinais de compressão dos órgãos internos.

Quando procurar e quais exames fazer

Qualquer nódulo ou massa na parede do tórax deve ser avaliado por um especialista. Os exames incluem tomografia e ressonância magnética para avaliar a extensão, além de biópsia para definir o tipo histológico antes do planejamento cirúrgico.

Como tratamos

A cirurgia é o tratamento principal. O procedimento envolve a ressecção do tumor com margens adequadas — frequentemente incluindo segmentos de costelas ou do esterno — seguida de reconstrução da parede com materiais sintéticos ou biológicos. O Dr. Miotto planeja cada cirurgia em detalhes, sempre explicando ao paciente o que esperar antes, durante e após o procedimento.

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Doenças da Pleura

Derrame pleural, pneumotórax e tumores — o diagnóstico correto define o melhor tratamento.

O que é

A pleura é uma membrana fina de duas camadas que envolve os pulmões e reveste internamente a caixa torácica. Quando esse espaço é acometido por alguma doença, pode surgir acúmulo de líquido (derrame pleural), de ar (pneumotórax) ou de tumores. Cada uma dessas condições tem causas, diagnóstico e tratamento específicos.

Sintomas mais comuns

O derrame pleural causa falta de ar progressiva, sensação de peso ou dor no peito e tosse seca. O pneumotórax se manifesta de forma súbita, com dor aguda em um lado do tórax e falta de ar de início repentino. Nos tumores da pleura, os sintomas podem ser mais insidiosos — dor torácica persistente, perda de peso e cansaço progressivo.

Quando procurar e quais exames fazer

Falta de ar de início recente, dor torácica persistente ou dor súbita e intensa no peito são sinais para buscar avaliação imediata. Os exames incluem radiografia e tomografia de tórax, ultrassonografia pleural e análise do líquido pleural por toracocentese.

Como tratamos

Derrames pleurais recorrentes podem ser tratados com pleurodese — procedimento que "cola" as duas camadas da pleura, impedindo novo acúmulo de líquido. O pneumotórax recorrente tem indicação cirúrgica por videotoracoscopia, com excelentes resultados. Nos tumores pleurais, a cirurgia é parte do tratamento multimodal. O Dr. Miotto avalia cada caso com atenção, orientando o paciente sobre todas as opções disponíveis.

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Pectus Escavatum

O "peito escavado" — deformidade corrigível com cirurgia minimamente invasiva e resultados excelentes.

O que é

O pectus escavatum, popularmente conhecido como "peito escavado" ou "peito de sapateiro", é a deformidade congênita da parede torácica mais comum — afeta cerca de 1 em cada 400 pessoas, sendo mais frequente em homens. É causado pelo crescimento anormal das cartilagens costais, que empurram o esterno para dentro, criando uma depressão característica no centro do tórax. Em casos moderados a graves, essa depressão pode comprimir o coração e os pulmões, causando sintomas funcionais.

Sintomas mais comuns

Muitos pacientes com pectus leve não têm sintomas além da alteração estética, que por si só já pode causar grande impacto na autoestima — especialmente na adolescência. Nos casos mais profundos, pode haver intolerância ao exercício, cansaço fácil, palpitações, dor torácica e compressão cardíaca com alterações ao ecocardiograma.

Quando procurar e quais exames fazer

Se a deformidade causa constrangimento, dificuldade com exercícios ou qualquer sintoma cardiorrespiratório, vale buscar avaliação especializada. Os exames incluem tomografia de tórax para calcular o Índice de Haller, ecocardiograma e teste de função pulmonar.

Como tratamos

O tratamento cirúrgico padrão é a técnica de Nuss — uma abordagem minimamente invasiva em que uma ou duas barras metálicas são introduzidas através de pequenas incisões laterais e posicionadas atrás do esterno, corrigindo a deformidade imediatamente. As barras permanecem por cerca de três anos e são retiradas em procedimento simples. Os resultados estéticos e funcionais são excelentes. O Dr. Miotto acompanha o paciente em todas as etapas — da avaliação pré-operatória à retirada das barras.

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Pectus Carinatum

O "peito de pombo" — deformidade com tratamento cirúrgico eficaz pelos métodos de Ravitch e Nuss.

O que é

O pectus carinatum, conhecido como "peito de pombo" ou "peito de quilha", é uma deformidade em que o esterno projeta-se para fora. Assim como o pectus escavatum, é causado pelo crescimento excessivo das cartilagens costais durante o desenvolvimento. É mais comum em meninos e costuma se tornar mais evidente durante o estirão do crescimento na adolescência. Raramente causa sintomas funcionais graves, mas o impacto estético pode ser significativo.

Sintomas mais comuns

Na maioria dos casos, o pectus carinatum não causa sintomas físicos — a principal queixa é estética, com a saliência do esterno sendo visível mesmo sob a roupa. Alguns pacientes relatam dor local nas cartilagens costais e dificuldade para dormir em posição de barriga para baixo. O impacto psicológico, especialmente em adolescentes, pode ser considerável.

Quando procurar e quais exames fazer

A avaliação é indicada quando a deformidade causa desconforto estético ou físico. O diagnóstico é clínico — o médico avalia o grau da saliência e a rigidez das cartilagens. A tomografia de tórax pode ser solicitada para planejamento cirúrgico. A idade do paciente é um fator importante na escolha da melhor abordagem.

Como tratamos

O tratamento do pectus carinatum é cirúrgico, e o Dr. Miotto realiza dois métodos consagrados, escolhidos conforme as características de cada paciente. A técnica de Ravitch é uma abordagem em que as cartilagens costais alteradas são ressecadas e o esterno é reposicionado — oferece excelente resultado, especialmente em casos mais complexos ou com deformidades assimétricas. A técnica de Nuss modificada para o carinatum utiliza uma barra posicionada por pequenas incisões para corrigir a projeção do esterno de forma minimamente invasiva. O Dr. Miotto avalia cada caso individualmente e discute com o paciente e sua família qual abordagem oferece o melhor resultado, sempre com total transparência sobre o procedimento e a recuperação.

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